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	<title>Família Wächter</title>
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	<description>Wächter/Waechter/Weschter</description>
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		<title>Projeto de Revitalização e Preservação do Lajeado Cachoeira &#8211; Três de Maio &#8211; RS</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/projeto-de-revitalizacao-e-preservacao-do-lajeado-cachoeira-tres-de-maio-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcus Henrique Wächter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 18:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de revitalização e preservação do Lajeado Cachoeira é uma ação ambiental e social sem fins lucrativos das empresas Infrasul e Schlosser Digital da cidade de Três de Maio/RS. Objetiva-se em ações educativas nos bairros, recolhimento de lixo, plantio de árvores, instalação de placas e barreiras de contenção, podendo assim revitalizar este riacho que [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="395" height="395" src="https://www.familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira.jpg" alt="" class="wp-image-499" srcset="https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira.jpg 395w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira-300x300.jpg 300w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /></figure>



<p>O projeto de revitalização e preservação do Lajeado Cachoeira é uma ação ambiental e social sem fins lucrativos das empresas Infrasul e Schlosser Digital da cidade de Três de Maio/RS. Objetiva-se em ações educativas nos bairros, recolhimento de lixo, plantio de árvores, instalação de placas e barreiras de contenção, podendo assim revitalizar este riacho que possui aproximadamente 15 km e é uma das belezas naturais do município.</p>



<p>Fonte:<a href="https://www.facebook.com/LajeadoCachoeira/photos/a.101540971666531/101536421666986/">https://www.facebook.com/LajeadoCachoeira/photos/a.101540971666531/101536421666986/</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-498" srcset="https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1-1024x1024.jpg 1024w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1-300x300.jpg 300w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1-150x150.jpg 150w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1-768x768.jpg 768w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Lajeado-Cachoeira1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Notas do Editor do Site:</p>



<p>É digna de aplauso a iniciativa das empresas Schlosser Digital e Infrasul Soluções de Tecnologia ao apoiar e promover ações para recuperação e preservação deste importante curso d&#8217;água da cidade de Três de Maio.</p>



<p>A iniciativa toca fundo na Alma da <strong>Família Wächter,</strong> pois foi na Cascata do Lajeado Cachoeira, também chamada de Cascatinha dos Wächter, que a história da família começou na cidade de Três de Maio.</p>



<p>Foi lá que Francisco Wächter Sobrinho e Anna Augusta Müller Wächter fixaram residência e começam a história familiar deste ramo da genealogia Wächter.</p>



<p>Obrigado a todos os envolvidos nesta importante ação ambiental.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contando histórias</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/contando-historias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Dieter Wachter]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 21:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias dos antepassados]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Na época da segunda guerra mundial (por volta de 1940), meu avô Francisco já estava estabelecido com sua família em Três de Maio (RS). Ele e seus irmãos Emilio e Alberto, casados com as três irmãs Müller (Anna, Emma e Elvira), trabalhavam arduamente no sustento de seus filhos. Os detalhes deste casamento, entre famílias, vou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">Na época da segunda guerra mundial (por volta de 1940), meu avô <strong>Francisco</strong> já estava estabelecido com sua família em Três de Maio (RS). Ele e seus irmãos<strong> Emilio</strong> e <strong>Alberto</strong>, casados com as três irmãs Müller (<strong>Anna, Emma e Elvira</strong>), trabalhavam arduamente no sustento de seus filhos. Os detalhes deste casamento, entre famílias, vou deixar para outro momento. Vamos voltar para a época da guerra.<br />
A língua alemã era utilizada por todos os membros da família. Minha avó Anna nem sabia falar português. Na casa, todos só falavam alemão. Os filhos, por frequentarem a escola e conviverem com outras crianças, já conheciam o português.</p>
<p>Meu avô tinha um moinho que prestava serviço para os agricultores da região. Todo o trigo e milho, plantado pelas proximidades, era levado para ser moído pelas grandes pedras movidas por uma roda d´água (veja o vídeo sobre a cascata dos Wächter). O moinho funcionava quase que 24 horas por dia, toda a comunidade dependia da farinha para fazer o pão de cada dia.<br />
Com o decorrer da guerra, as autoridades locais, certamente suspeitando que pessoas próximas da divisa com a Argentina pudessem se posicionar contra o grupo dos países Aliados (coalisão de países contra o Nazismo), começou a monitorar os movimentos e conversas dos habitantes da região. As pessoas foram proibidas de falar alemão. Os policiais rodavam as casas para reprimir e ameaçar de prisão quem estivesse se comunicando na língua germânica. O rádio também era monitorado. Era proibido escutar transmissões de rádio em alemão, coisa comum entre nossos antepassados.<br />
Certo dia, em uma ronda policial perto da casa da família, o oficial ouviu minha avó falando em alemão. Não tenho certeza se era uma ronda policial ou do exército, não faz muita diferença. A confusão foi armada. Minha avó foi ameaçada de prisão se continuasse a falar em alemão. Muitas pessoas já tinham sido presas na região. Não era brincadeira, a coisa era séria mesmo.<br />
Frente à situação, meu avô Francisco propôs um acordo à polícia: Olha só oficial, se vocês levarem minha esposa presa, eu paro de moer trigo por aqui. O povo vai ficar sem pão. A Anna não sabe falar português. Nos comprometemos em não falar alemão na rua, porém, dentro de casa, iremos continuar a falar.<br />
Acordo aceito e a vida que segue&#8230;..<br />
É sempre bom contar ou ouvir histórias dos nossos familiares. Preservando nosso passado, estamos construindo um futuro melhor para nossos filhos e netos. Nossa história nos une, fortalece e aproxima. Registrar é preciso, importante e todos podem contribuir com esta jornada.</p>
<p>Você é nosso convidado para caminhar conosco. Escreva uma história, grave um vídeo/áudio ou atualize os dados da árvore genealógica. Ficaremos felizes com a sua participação.</p>
<p>Forte abraço</p>
<p>Klaus Dieter Wächter</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A Família é o bem mais precioso que temos, com ela faremos uma Sociedade melhor</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/a-familia-e-o-bem-mais-precioso-que-temos-com-ela-faremos-uma-sociedade-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcus Henrique Wächter]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 12:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[SITE DA FAMÍLIA WÄCHTER/WAECHTER/WESCHTER “A família é o bem mais precioso que temos, com ela faremos uma sociedade melhor. Muitas gerações da nossa família já passaram e seus descendentes tem orgulho do legado deixado por eles. Os valores e princípios cultivados sob a chuva e o sol forte fizeram de nós pessoas melhores e mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-442" src="https://www.familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2018/11/coruja-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2018/11/coruja-225x300.jpg 225w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2018/11/coruja-768x1024.jpg 768w, https://familiawachter.com.br/wp-content/uploads/2018/11/coruja-1320x1760.jpg 1320w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></p>
<p>SITE DA FAMÍLIA WÄCHTER/WAECHTER/WESCHTER</p>
<p>“A família é o bem mais precioso que temos, com ela faremos uma sociedade melhor.</p>
<p>Muitas gerações da nossa família já passaram e seus descendentes tem orgulho do legado deixado por eles. Os valores e princípios cultivados sob a chuva e o sol forte fizeram de nós pessoas melhores e mais preocupadas com a nossa sociedade.<br />
TODOS são bem-vindos para conhecer e contribuir com este espaço familiar”.</p>
<p>Estas são as palavras que abrem o site da família Wächter. (<a href="http://www.familiawachter.com.br">www.familiawachter.com.br</a>).</p>
<p>Nunca os valores e a presença da família estiveram tão em evidência no País como agora. É como se voltássemos às origens e buscássemos na família o significado da vida e do viver em comunidade.</p>
<p>A família é a primeira sociedade que convivemos e que levamos por toda vida, formando a nossa base, a nossa origem. É no convívio familiar que aprendemos, um com o outro, a respeitar, partilhar, ter compromisso, disciplina e a administrar conflitos. Sim administrar conflitos. Viver em família e depois em sociedade tem tudo a ver com respeitar a posição do outro, lançar um segundo olhar sobre o mesmo tema e convergir quando possível.</p>
<p>Estamos em uma época em que o mundo vive a diversidade e a pluralidade. Respeitar raça, religião, origem, posição social, preferência sexual, time, partido político, qualidades do âmbito pessoal e outros atributos tem tudo a ver com evolução social, cuja base se inicia no seio familiar.</p>
<p>As crianças aprendem continuamente através dos seus pais, não só o que estes lhes contam e orientam, mas também, sobretudo, pelo que veem neles, como atuam, como reagem frente as adversidades. O ditado, “um exemplo vale mais que mil palavras” está muito atual.</p>
<p>É inegável que cada um carrega um histórico de experiências, aprendizados e lembranças que trarão reflexos por toda vida.</p>
<p>Uma família baseada no amor, paciência, respeito e cumplicidade educa e forma indivíduos seguros e aptos para o convívio social e para a sociedade.</p>
<p>O movimento que fazemos de resgatar valores familiares, integrar a família, fortalecer os laços e buscar exemplos de conduta e de vida nos nossos antepassados, contribui para termos uma sociedade mais tolerante, integradora e que busca o bem comum.</p>
<p>Que sejamos cada vez mais felizes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcus Henrique Wächter</p></div>
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		<item>
		<title>Cidadania Alemã</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/cidadania-alema/</link>
					<comments>https://familiawachter.com.br/cidadania-alema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Dieter Wachter]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 22:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação aqui no Brasil fica cada dia pior. A corrupção ficou impregnada no Governo, a crise econômica corroeu milhões de empregos, a violência parece que não tem limite e fim, as estradas nem para andar de carroça , a saúde pública está na maca  e a educação mingua resultados dramáticos. Coitados dos nossos filhos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">A situação aqui no Brasil fica cada dia pior. A corrupção ficou impregnada no Governo, a crise econômica corroeu milhões de empregos, a violência parece que não tem limite e fim, as estradas nem para andar de carroça , a saúde pública está na maca  e a educação mingua resultados dramáticos. Coitados dos nossos filhos e netos! Que país estamos deixando para eles?</p>
<p>Falo estas coisas pois a solução que muitos estão tomando é de “vazar”, “cair fora”, buscar outro lugar para viver. A Alemanha é um sonho &#8230;. Se sou descendente de Johan Peter Wächter tenho o direto a cidadania alemã?</p>
<p>Pense bem. Tendo a cidadania alemã você recebe o passaporte alemão e pode fixar residência por lá. Terá direito a todos os benefícios oferecidos aos cidadãos alemães;  saúde pública de alta qualidade, educação pública de primeiro mundo, incentivo para ter filhos, auxílio social &#8230;. No trabalho você tem 6 semanas de férias por ano e muito mais, qualidade de vida&#8230;.</p>
<p>Considerações e conceitos:</p>
<p>Cidadania:</p>
<p>Uma pessoa pode ser nacional de um país, mas não cidadã daquele país. Isso porque a cidadania, ao contrário da nacionalidade, é um vínculo político entre uma pessoa física e uma pessoa jurídica do direito internacional, o Estado.</p>
<p>Nacionalidade</p>
<p>O conceito de nacionalidade está relacionado ao pertencimento de determinada pessoa a uma nação. Ou seja, significa que essa pessoa compartilha uma série de vínculos históricos e culturais com um grupo de pessoas.</p>
<p>Veja o que consulado da Alemanha em Porto Alegre (<a href="https://brasil.diplo.de">https://brasil.diplo.de</a>) me informou:</p>
<p>Para você iniciar o processo de solicitação da cidadania alemã o seu descendente (nascido na Alemanha) que veio para o Brasil deve ter chagado após 1871. Todos os descendentes dos que vieram antes destes não tem direito. Então analisando pelo lado do nosso ancestral que veio da Alemanha em 1857, Johan Peter Wächter, não podemos iniciar o processo de solicitação.</p>
<p>Isso não é motivo para ficar decepcionado. Você pode procurar outros antepassados que por ventura atendam esta exigência, de outros ramos da sua genealogia.</p>
<p>Agora veja abaixo a lista inicial de documentos que você deve garimpara. Não será fácil!</p>
<p>A legislação alemã sobre a nacionalidade é complexa e tem passado por uma série de alterações nos últimos anos. Para descobrir se tem o direito a nacionalidade alemã, preencha e envie ao consulado geral competente o questionário de nacionalidade.</p>
<p>Processo de constatação da nacionalidade alemã:</p>
<h1>1.    Informações gerais</h1>
<p>Com este informativo, pretendemos orientá-lo sobre os documentos necessários para um requerimento completo e com possibilidade de êxito. Por favor, considere que a relação abaixo não é fechada e que, a qualquer momento, outros documentos ainda poderão ser exigidos. Este informativo também não é passível de recurso jurídico.</p>
<h1>2.    Documentos do antepassado que nasceu como filho de pais alemães e foi o primeiro da sua família a emigrar para o Brasil</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comprovantes sobre o momento da emigração ou da chegada no Brasil</strong></p>
<p>Este comprovante pode ser fornecido através de um extrato da lista de passageiros do navio que o trouxe ao Brasil, uma certidão de desembarque, um extrato do registro de estrangeiros ou do passaporte alemão com o qual entrou no Brasil e no qual consta o carimbo de entrada de autoridade brasileira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Certidão de casamento</strong></p>
<p>(caso tenha sido casado várias vezes: apresentar as certidões de todos os casamentos), <u>caso seja divorciado</u>: sentença de divórcio (não é necessária se a averbação do divórcio constar na certidão de casamento)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comprovante de que seu antepassado não se naturalizou brasileiro</strong></p>
<p>Este comprovante pode ser fornecido através de:</p>
<ul>
<li>carteira de identidade para estrangeiro (modelo 19 ou RNE) expedida por autoridade brasileira depois do nascimento da geração seguinte ou</li>
<li>certidão negativa que confirma que não consta referência a uma naturalização nos registros brasileiros de naturalização.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Caso seu antepassado tenha se naturalizado (depois do nascimento da geração seguinte)</strong></p>
<p>Certificado de naturalização</p>
<p><strong>Em caso de emigração antes de 1904</strong></p>
<p><u>Comprovante de inscrição na matrícula</u> <u>consular de um consulado alemão</u>. Caso seu antepassado tenha emigrado ao Brasil antes de 1904, um requerimento de constatação da nacionalidade alemã só poderá ter possibilidade de êxito se você puder comprovar que o seu antepassado solicitou a inscrição, pelo menos a cada 10 anos, na matrícula de um consulado alemão. Sem essa inscrição, ele perdeu sua nacionalidade alemã automaticamente.</p>
<p><strong>Se houver</strong></p>
<p>Passaporte(s) alemão(ães)</p>
<p>Certificado de nacionalidade</p>
<p>&#8220;Heimatschein&#8221;/certificado de nacionalidade alemã</p>
<p>Passaporte militar alemão</p>
<p>Comprovante de registro de residência na Alemanha (Meldebescheinigung)</p>
<p>Outros documentos emitidos na Alemanha para o seu antepassado (por exemplo, certificado de antecedentes, certificados escolares, atestados de trabalho, diplomas universitários, carteira de vacinação, caderneta de família etc.)</p>
<p>Caso o antepassado que foi o primeiro da sua família a emigrar para o Brasil tenha nascido depois de 1914, ainda será necessário apresentar os seguintes documentos do pai dele:</p>
<ul>
<li>Certidão de nascimento</li>
<li>Certidão de casamento (caso tenha sido casado várias vezes: apresentar as certidões de todos os casamentos)</li>
<li>caso seja divorciado: sentença de divórcio (não é necessária se a averbação do divórcio constar na certidão de casamento)</li>
<li>se houver: Passaporte(s) alemão(ães), certificado de nacionalidade &#8220;Heimatschein&#8221;/certificado de nacionalidade alemã, passaporte militar alemão, comprovante de registro de residência na Alemanha (Meldebescheinigung), outros documentos emitidos na Alemanha para o seu antepassado (por exemplo, certificado de antecedentes, certificados escolares, atestados de trabalho, diplomas universitários, carteira de vacinação, caderneta de família etc.)</li>
</ul>
<p>Caso esta pessoa também tenha nascido depois de 1914, será necessário apresentar os mesmos documentos do pai dele: basicamente, a  Agência Federal de Administração (BVA) precisa das certidões do antepassado nascido antes de 1914.</p>
<h1>3.    Documentos a serem apresentados para as gerações seguintes</h1>
<ul>
<li>Certidão de nascimento</li>
<li>Certidão de casamento (caso tenha sido casado várias vezes: apresentar as certidões de todos os casamentos)</li>
<li>caso seja divorciado: sentença de divórcio (não é necessária se a averbação do divórcio constar na certidão de casamento)</li>
<li>Caso a pessoa tenha permanecido mais de um ano no exterior (neste caso, fora do Brasil), comprovante do órgão competente do Estado onde viveu atestando que a pessoa em questão não se naturalizou naquele país</li>
</ul>
<h1>4.    O próprio requerente deverá apresentar</h1>
<ul>
<li>Certidão de nascimento</li>
<li>Certidão de casamento (caso tenha sido casado várias vezes: apresentar as certidões de todos os casamentos)</li>
<li>caso seja divorciado: sentença de divórcio (não é necessária se a averbação do divórcio constar na certidão de casamento)</li>
<li>Carteira de identidade ou passaporte (não pode ser a carteira de habilitação)</li>
<li>Caso você tenha permanecido mais de um ano no exterior (neste caso, fora do Brasil), comprovante do órgão competente do Estado onde viveu atestando que você não se naturalizou naquele país</li>
<li>Caso você seja adotado: documentos que comprovam a adoção</li>
</ul>
</div>
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		<title>A família e a nossa sociedade</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/a-familia-e-a-nossa-sociedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Klaus Dieter Wachter]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 00:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Felizes são aqueles que têm uma família. Ela é responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos membros na sociedade. É de vital importância o papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo. É no seu seio que os valores morais e sociais serão perpetuados e transmitidos entre as gerações. São [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">Felizes são aqueles que têm uma família. Ela é responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos membros na sociedade. É de vital importância o papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo. É no seu seio que os valores morais e sociais serão perpetuados e transmitidos entre as gerações. São estes valores e ensinamentos que a família Wächter/Waechter/Weschter trouxe da Alemanha e cultiva até hoje. Temos orgulho da dura jornada trilhada por nossos antepassados e dos fundamentos morais deixados por eles.</p>
<p>Segue uma pequena lista dos principais valores que devemos cultivar e passar para nossos filhos:</p>
<p>&#8211; Fraternidade</p>
<p>&#8211; Compaixão / Bondade</p>
<p>&#8211; Responsabilidade</p>
<p>&#8211; Humildade</p>
<p>&#8211; Cortesia</p>
<p>&#8211; Perseverança</p>
<p>&#8211; Respeito</p>
<p>&#8211; Otimismo</p>
<p>&#8211; Solidariedade</p>
<p>&#8211; Lealdade</p>
<p>&#8211; Ousadia</p>
<p>&#8211; Tolerância</p>
<p>&#8211; Flexibilidade</p>
<p>&#8211; Integridade / honestidade</p>
<p>Em um ambiente de afeto, harmonia e proteção, solidificamos laços de amor e carinho com nossos familiares.  Podemos até passar por momentos difíceis e problemas momentâneos, porém na família é que encontraremos a força necessária para superar todos os desafios.</p>
<p>A dilapidação e degradação familiar assola nossa sociedade. A violência, intolerância e a corrupção estão atingindo patamares nunca antes vistos.  Grande parte destes problemas estão diretamente ligados a valores não assimilados pela população. Valores que deveriam ter sido estruturados no seio da família.  Será que estamos perdendo a batalha? Será que os ensinamentos deixados por nossos antepassados estão superados?</p>
<p>O que nossos descendentes sentirão da nossa geração? Orgulho ou decepção?</p>
<p>Este grupo está fazendo sua parte. Não deixe morrer o sentimento de união e colaboração do nosso grupo.</p>
<p>Escreva o seu comentário e/ou encaminhe seu texto para ser colocado neste blog.</p>
<p>Forte abraço.</p>
<p>Klaus Dieter Wächter</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Imigração alemã no Brasil (I)</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/imigracao-alema-no-brasil-i-origem-wikipedia-a-enciclopedia-livre/</link>
					<comments>https://familiawachter.com.br/imigracao-alema-no-brasil-i-origem-wikipedia-a-enciclopedia-livre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcus Henrique Wächter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 19:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Genealogia]]></category>
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					<description><![CDATA[Nota: Este material de pesquisa encontra-se disponível na Wikipédia &#8211; a enciclopédia livre. Além de procurarmos saber qual a nossa origem familiar, devemos também estudar quais foram os motivos que levaram tantas pessoas a emigrarem da Europa, especialmente nos séculos XIX e XX. Igualmente são apresentadas no texto, quais as razões para que os emigrantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">Nota: Este material de pesquisa encontra-se disponível na Wikipédia &#8211; a enciclopédia livre.</p>
<p>Além de procurarmos saber qual a nossa origem familiar, devemos também estudar quais foram os motivos que levaram tantas pessoas a emigrarem da Europa, especialmente nos séculos XIX e XX. Igualmente são apresentadas no texto, quais as razões para que os emigrantes se direcionassem para o Brasil.</p>
<p>Boa leitura.</p>
<p>A <b>imigração alemã no Brasil</b> foi o movimento migratório ocorrido nos <a title="Século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">séculos XIX</a> e <a title="Século XX" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX">XX</a> de <a title="Alemanha" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha">alemães</a> para várias regiões do <a title="Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>. As causas desse processo podem ser encontradas nos frequentes problemas sociais que ocorriam na <a title="Europa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a> e a fartura de terras no Brasil. Em 1986, Born e Dickgiesser estimaram em 3 milhões e 600 mil o número de descendentes de alemães no Brasil.<sup id="cite_ref-l.C3.ADngua_alem.C3.A3_7-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-l.C3.ADngua_alem.C3.A3-7">[7]</a></sup> Segundo outra pesquisa, de 1999, do sociólogo, ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), <a title="Simon Schwartzman" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Simon_Schwartzman">Simon Schwartzman</a>, 3,6% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter ancestralidade alemã, percentual que, numa população de cerca de 200 milhões de brasileiros, representaria 7,2 milhões de descendentes.<sup id="cite_ref-Simon_8-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-Simon-8">[8]</a></sup> Em 2004, o <a title="Deutsche Welle" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Deutsche_Welle">Deutsche Welle</a> citou o número de 5 milhões de brasileiros descendentes de alemães.<sup id="cite_ref-Deutsche-Welle_9-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-Deutsche-Welle-9">[9]</a></sup> Segundo pesquisa de 2016 publicada pelo <a class="mw-redirect" title="IPEA" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/IPEA">IPEA</a>, em um universo de 46.801.772 nomes de brasileiros analisados, 1.525.890 ou 3,3% deles tinham o único ou o último <a title="Sobrenome" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sobrenome">sobrenome</a> de origem germânica.<sup id="cite_ref-10" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-10">[10]</a></sup></p>
<p>A imigração de alemães para o Brasil é um fenômeno antigo, que teve início antes mesmo da <a title="Independência do Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil">independência em relação a Portugal</a> e que se manteve relativamente constante até a década de 1960. As razões dessa emigração encontram-se, de um lado, nas transformações sócio-político-econômicas por que passou a <a title="Alemanha" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha">Alemanha</a> e, do outro, nas excepcionais condições que favoreciam a atração de imigrantes europeus no Brasil. Entre 1824 e 1972, cerca de 260.000 alemães entraram no Brasil;<sup id="cite_ref-International-Migration-to-Brazil_11-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-International-Migration-to-Brazil-11">[11]</a></sup> a quinta nacionalidade que mais imigrou para o país, após os portugueses, italianos, espanhóis e japoneses.<sup id="cite_ref-International-Migration-to-Brazil_11-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-International-Migration-to-Brazil-11">[11]</a></sup></p>
<p>Os alemães estavam entre as nacionalidades que mais conseguiram preservar sua <a class="mw-redirect" title="Cultura alemã" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_alem%C3%A3">cultura</a> no Brasil. Devido ao seu isolamento em regiões de difícil acesso, sobretudo nos <a class="mw-redirect" title="Sul do Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sul_do_Brasil">estados sulistas</a>, foi possível a criação de diversas colônias predominantemente germânicas. Um dos exemplos mais significativos da manutenção cultural foi a proliferação de <a title="Escola" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola">escolas</a> alemãs no Brasil, bem como de uma <a title="Imprensa" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa">imprensa</a> em língua alemã. Como consequência, milhares de descendentes foram instruídos em <a title="Língua alemã" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3">língua alemã</a>, sem o conhecimento do idioma português. Com o tempo, os traços de germanidade foram-se tornando mais débeis, mas as influências persistem mais ou menos até os dias atuais.<sup id="cite_ref-500anos_12-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-500anos-12">[12]</a></sup> Como exemplo, pode-se citar o grande número de brasileiros de origem alemã que ainda hoje falam o <a title="Língua alemã" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3">alemão</a> ou outros falares germânicos como o <a title="Hunsrückisch" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hunsr%C3%BCckisch">Hunsrückisch</a> e a <a title="Língua pomerana" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_pomerana">língua pomerana</a>.<sup id="cite_ref-13" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-13">[13]</a></sup><sup id="cite_ref-14" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-14">[14]</a></sup></p>
<p>O resultado da imigração alemã no Brasil foi a formação de uma população teuto-brasileira, que se integrou ao contexto brasileiro, mas sem abdicar de sua cultura. Além da influência cultural, pode-se acrescentar a contribuição alemã para a diversificação da <a title="Agricultura" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura">agricultura</a> brasileira, por meio da formação de um campesinato típico, fortemente marcado pelos traços da cultura camponesa da <a title="Europa Central" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa_Central">Europa Central</a>. Os alemães também tiveram participação no processo de <a title="Urbanização" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Urbaniza%C3%A7%C3%A3o">urbanização</a> e de <a title="Industrialização" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Industrializa%C3%A7%C3%A3o">industrialização</a> do Brasil, bem como na introdução e modificações na <a title="Arquitetura" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura">arquitetura</a> das cidades e na paisagem físico-social brasileira.<sup id="cite_ref-500anos_12-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-500anos-12">[12]</a></sup></p>
<div id="toc" class="toc">
<div class="toctitle">
<h2>Índice</h2>
<p><span class="toctoggle"> [<a class="togglelink" tabindex="0" role="button">esconder</a>] </span></p>
</div>
<ul>
<li class="toclevel-1 tocsection-1"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Antecedentes"><span class="tocnumber">1</span><span class="toctext">Antecedentes</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-2"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_fam.C3.ADlia_Lins"><span class="tocnumber">1.1</span><span class="toctext">A família Lins</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-3"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#S.C3.A9culo_XIX"><span class="tocnumber">1.2</span><span class="toctext">Século XIX</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-4"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Causas_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_no_s.C3.A9culo_XIX"><span class="tocnumber">1.3</span><span class="toctext">Causas da imigração no século XIX</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-5"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Fases"><span class="tocnumber">2</span><span class="toctext">Fases</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-6"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_primeira_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281818-1830.29"><span class="tocnumber">2.1</span><span class="toctext">A primeira fase da imigração (1818-1830)</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-7"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_segunda_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281845-1914.29"><span class="tocnumber">2.2</span><span class="toctext">A segunda fase da imigração (1845-1914)</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-8"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_terceira_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281914-1960.29"><span class="tocnumber">2.3</span><span class="toctext">A terceira fase da imigração (1914-1960)</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-9"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Economia"><span class="tocnumber">3</span><span class="toctext">Economia</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-10"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_pobreza_inicial"><span class="tocnumber">3.1</span><span class="toctext">A pobreza inicial</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-11"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#O_per.C3.ADodo_pr.C3.B3spero"><span class="tocnumber">3.2</span><span class="toctext">O período próspero</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-12"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_imigra.C3.A7.C3.A3o_durante_o_s.C3.A9culo_XIX"><span class="tocnumber">4</span><span class="toctext">A imigração durante o século XIX</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-13"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rio_Grande_do_Sul"><span class="tocnumber">4.1</span><span class="toctext">Rio Grande do Sul</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-14"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Santa_Catarina"><span class="tocnumber">4.2</span><span class="toctext">Santa Catarina</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-15"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Paran.C3.A1"><span class="tocnumber">4.3</span><span class="toctext">Paraná</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-16"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rio_de_Janeiro"><span class="tocnumber">4.4</span><span class="toctext">Rio de Janeiro</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-17"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Esp.C3.ADrito_Santo"><span class="tocnumber">4.5</span><span class="toctext">Espírito Santo</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-18"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#S.C3.A3o_Paulo"><span class="tocnumber">4.6</span><span class="toctext">São Paulo</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-19"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Restante_do_Brasil"><span class="tocnumber">4.7</span><span class="toctext">Restante do Brasil</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-20"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_imigra.C3.A7.C3.A3o_em_n.C3.BAmeros"><span class="tocnumber">5</span><span class="toctext">A imigração em números</span></a></li>
<li class="toclevel-1 tocsection-21"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_pol.C3.ADtica_imigrat.C3.B3ria"><span class="tocnumber">6</span><span class="toctext">A política imigratória</span></a></li>
<li class="toclevel-1 tocsection-22"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Os_problemas_na_imigra.C3.A7.C3.A3o"><span class="tocnumber">7</span><span class="toctext">Os problemas na imigração</span></a></li>
<li class="toclevel-1 tocsection-23"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Nacionaliza.C3.A7.C3.A3o_e_assimila.C3.A7.C3.A3o"><span class="tocnumber">8</span><span class="toctext">Nacionalização e assimilação</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-24"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_campanha_de_nacionaliza.C3.A7.C3.A3o"><span class="tocnumber">8.1</span><span class="toctext">A campanha de nacionalização</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-25"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#O_nazismo_no_Brasil"><span class="tocnumber">8.2</span><span class="toctext">O nazismo no Brasil</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-26"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Miscigena.C3.A7.C3.A3o_e_religi.C3.A3o"><span class="tocnumber">8.3</span><span class="toctext">Miscigenação e religião</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-27"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_influ.C3.AAncia_alem.C3.A3_no_Brasil"><span class="tocnumber">9</span><span class="toctext">A influência alemã no Brasil</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-2 tocsection-28"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Influ.C3.AAncia_pol.C3.ADtica"><span class="tocnumber">9.1</span><span class="toctext">Influência política</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-29"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Influ.C3.AAncia_cultural"><span class="tocnumber">9.2</span><span class="toctext">Influência cultural</span></a></li>
<li class="toclevel-2 tocsection-30"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#A_l.C3.ADngua_alem.C3.A3_no_Brasil"><span class="tocnumber">9.3</span><span class="toctext">A língua alemã no Brasil</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-3 tocsection-31"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#O_idioma_e_a_identidade_.C3.A9tnica"><span class="tocnumber">9.3.1</span><span class="toctext">O idioma e a identidade étnica</span></a></li>
<li class="toclevel-3 tocsection-32"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Situa.C3.A7.C3.A3o_atual"><span class="tocnumber">9.3.2</span><span class="toctext">Situação atual</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-2 tocsection-33"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Alem.C3.A3o_como_l.C3.ADngua_oficial"><span class="tocnumber">9.4</span><span class="toctext">Alemão como língua oficial</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-3 tocsection-34"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Munic.C3.ADpios_brasileiros_que_possuem_l.C3.ADngua_cooficial_pomerana_.28ou_Pommersch.29"><span class="tocnumber">9.4.1</span><span class="toctext">Municípios brasileiros que possuem língua cooficial pomerana (ou <i>Pommersch</i>)</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-4 tocsection-35"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Esp.C3.ADrito_Santo_2"><span class="tocnumber">9.4.1.1</span><span class="toctext">Espírito Santo</span></a></li>
<li class="toclevel-4 tocsection-36"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Minas_Gerais"><span class="tocnumber">9.4.1.2</span><span class="toctext">Minas Gerais</span></a></li>
<li class="toclevel-4 tocsection-37"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Santa_Catarina_2"><span class="tocnumber">9.4.1.3</span><span class="toctext">Santa Catarina</span></a></li>
<li class="toclevel-4 tocsection-38"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rond.C3.B4nia"><span class="tocnumber">9.4.1.4</span><span class="toctext">Rondônia</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-3 tocsection-39"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Munic.C3.ADpios_que_oficializaram_o_ensino_da_l.C3.ADngua_pomerana_.28ou_Pommersch.29"><span class="tocnumber">9.4.2</span><span class="toctext">Municípios que oficializaram o ensino da língua pomerana (ou <i>Pommersch</i>)</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-4 tocsection-40"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rio_Grande_do_Sul_2"><span class="tocnumber">9.4.2.1</span><span class="toctext">Rio Grande do Sul</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-3 tocsection-41"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Munic.C3.ADpios_brasileiros_que_possuem_l.C3.ADngua_cooficial_hunsriqueana_.28ou_Hunsr.C3.BCckish.29"><span class="tocnumber">9.4.3</span><span class="toctext">Municípios brasileiros que possuem língua cooficial hunsriqueana (ou <i>Hunsrückish</i>)</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-4 tocsection-42"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rio_Grande_do_Sul_3"><span class="tocnumber">9.4.3.1</span><span class="toctext">Rio Grande do Sul</span></a></li>
<li class="toclevel-4 tocsection-43"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Santa_Catarina_3"><span class="tocnumber">9.4.3.2</span><span class="toctext">Santa Catarina</span></a></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-3 tocsection-44"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Munic.C3.ADpios_brasileiros_que_oficializaram_o_ensino_da_l.C3.ADngua_alem.C3.A3"><span class="tocnumber">9.4.4</span><span class="toctext">Municípios brasileiros que oficializaram o ensino da língua alemã</span></a>
<ul>
<li class="toclevel-4 tocsection-45"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Rio_Grande_do_Sul_4"><span class="tocnumber">9.4.4.1</span><span class="toctext">Rio Grande do Sul</span></a></li>
<li class="toclevel-4 tocsection-46"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Santa_Catarina_4"><span class="tocnumber">9.4.4.2</span><span class="toctext">Santa Catarina</span></a></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1 tocsection-47"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Ver_tamb.C3.A9m"><span class="tocnumber">10</span><span class="toctext">Ver também</span></a></li>
<li class="toclevel-1"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Refer.C3.AAncias"><span class="tocnumber">11</span><span class="toctext">Referências</span></a></li>
<li class="toclevel-1 tocsection-48"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"><span class="tocnumber">12</span><span class="toctext">Ligações externas</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2><span id="Antecedentes" class="mw-headline">Antecedentes</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: Antecedentes" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=1">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: Antecedentes" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=1">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h2>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner">
<p><a class="image" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG"><img loading="lazy" decoding="async" class="thumbimage" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/57/QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG/200px-QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG" srcset="//upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/57/QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG/301px-QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG 1.5x, //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/57/QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG/400px-QT_-_Johann_Moritz_1937.PNG 2x" alt="" width="200" height="285" data-file-width="416" data-file-height="592" /></a></p>
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify"></div>
<p><a title="João Maurício de Nassau" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Maur%C3%ADcio_de_Nassau">John Maurice of Nass</a>, governador da <a title="Nova Holanda" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Holanda">Nova Holanda</a>, nasceu em <a title="Dillenburg" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dillenburg">Dillenburg</a>, atual Alemanha</p>
</div>
</div>
</div>
<p>Embora a imigração expressiva de alemães só tenha se iniciado no Século XIX, a presença alemã no Brasil pode ser traçada desde à época dos Descobrimentos. A esquadra de <a class="mw-redirect" title="Pedro Alvares Cabral" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Alvares_Cabral">Pedro Alvares Cabral</a> era composta por alemães: o astronômo Meister Johann e o cozinheiro eram nascidos no que hoje é a Alemanha moderna.</p>
<p>A presença alemã também é datada ao período das <a title="Invasões holandesas no Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Invas%C3%B5es_holandesas_no_Brasil">Invasões holandesas no Brasil</a>. Não obstante controlado por uma empresa holandesa – <a class="mw-redirect" title="Companhia das Índias Ocidentais" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Companhia_das_%C3%8Dndias_Ocidentais">Companhia das Índias Ocidentais</a>, a maioria dos soldados e trabalhadores foram recrutados de outros países europeus. <a title="João Maurício de Nassau" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Maur%C3%ADcio_de_Nassau">João Maurício de Nassau</a>, ele mesmo alemão de nascimento, escreveu em cartas requisitando que fossem contratados alemães para a colonização da nova região. <sup id="cite_ref-15" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-15">[15]</a></sup></p>
<p>Relatos do período de colonização holandesa descrevem um alto grau de <a title="Miscigenação" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Miscigena%C3%A7%C3%A3o">miscigenação</a> entre Índios, Portugueses, Negros, Judeus, Holandeses, Alemães e Franceses. <sup id="cite_ref-16" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-16">[16]</a></sup>  A maioria dos soldados, marinheiros e demais homens livres que viviam na <a title="Nova Holanda" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Holanda">Nova Holanda</a> eram de origem holandesa, alemã, norueguesa, escocesa e judaica.<sup id="cite_ref-17" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-17">[17]</a></sup> A ausência de mulheres na Colônia explicou o alto grau de miscigenação.<sup id="cite_ref-18" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-18">[18]</a></sup></p>
<h3><span id="A_família_Lins"></span><span id="A_fam.C3.ADlia_Lins" class="mw-headline">A família Lins</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: A família Lins" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=2">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: A família Lins" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=2">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>Duas das primeiras famílias alemãs que chegaram ao Brasil foram através dos primos Sebald Linz von Dorndorf e Christoph Linz (or Sebald Lins von Dorndorf and Christoph Lins) que adquiriram terras em 1570. Após chegaram ao Brasil, casaram-se com a nobreza luso-brasileira e mudaram seus nomes para Cibaldo Lins e Cristovão Lins, fundando a descedência da família no país. O sobrenome é originário de <a title="Linz" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Linz">Linz</a> na Aústria, mas o ramo brasileiro derivada de <a title="Ulm" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ulm">Ulm</a> na Alemanha. <sup id="cite_ref-19" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-19">[19]</a></sup><sup id="cite_ref-20" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-20">[20]</a></sup><sup id="cite_ref-21" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-21">[21]</a></sup><sup id="cite_ref-22" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-22">[22]</a></sup></p>
<h3><span id="Século_XIX"></span><span id="S.C3.A9culo_XIX" class="mw-headline">Século XIX</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: Século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=3">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: Século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=3">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>O <a title="Século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a> foi marcado por uma intensa <a title="Emigração" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Emigra%C3%A7%C3%A3o">emigração</a> de europeus para diferentes partes do mundo, o que levou a um processo de europeização dessas áreas. Entre 1816 e 1850, 5 milhões de pessoas deixaram a Europa; entre 1850 e 1880 mais 22 milhões de pessoas emigraram. Entre 1846 e 1932, 60 milhões de europeus emigraram. Entre 1878 e 1892, mais 7 milhões de alemães deixaram a Alemanha; após a década de 1870, a Alemanha foi um dos países que mais perderam pessoas para a emigração, a grande maioria delas <a title="Imigração alemã nos Estados Unidos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_nos_Estados_Unidos">indo para os Estados Unidos</a>. De 1820 a 1840, os alemães representaram 21,4% de todos os imigrantes europeus que entram nos EUA; 32,2% nas duas décadas seguintes; e no final do século XIX eram o maior grupo de imigração (21,9%) nos EUA.<sup id="cite_ref-osalemaes_23-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-osalemaes-23">[23]</a></sup> Em 2009, cerca de 50 milhões de norte-americanos descendiam de alemães.<sup id="cite_ref-Census_2008_ACS_Ancestry_estimates_24-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-Census_2008_ACS_Ancestry_estimates-24">[24]</a></sup><sup id="cite_ref-25" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-25">[25]</a></sup></p>
<p>A imigração alemã para o Brasil foi pequena em comparação com o número que foi para os Estados Unidos e também em comparação com a imigração de outras nacionalidades, como portugueses, italianos e espanhóis. Estes representaram mais de 80% dos imigrantes no Brasil durante o período de maior imigração de europeus. Os alemães apareceram em quarto lugar entre os imigrantes, mas caíram para o quinto, quando a imigração japonesa aumentou após 1908.<sup id="cite_ref-osalemaes_23-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-osalemaes-23">[23]</a></sup></p>
<p>Mesmo tratando-se duma emigração pequena, ela teve um impacto notável na composição étnica do país, em especial da população do Sul do Brasil. Diferentes fatores levaram a esta grande influência. Em primeiro lugar, a imigração alemã para o Brasil é um velho <a class="mw-redirect" title="Fenômeno" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fen%C3%B4meno">fenômeno</a> que começou em 1824, muitas décadas antes do início da imigração de outros grupos étnicos da Europa para o Brasil. Por exemplo, o primeiro grupo significativo de italianos a imigrar para o Brasil só chegou em 1875, muitas <a title="Década" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada">décadas</a> após a chegada dos primeiros alemães. Quando a migração de outros europeus ao Brasil começou, os alemães já lá estavam há muitas gerações. Outro fator foi a alta <a title="Taxa de fecundidade" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_fecundidade">taxa de fecundidade</a> entre as mulheres teuto-brasileiras. Entre 1826 e 1828, a primeira geração teuto-brasileira tinha uma média de 8,5 filhos e a segunda geração tinha uma média de 10,4 filhos por mulher. As taxas de fecundidade entre as mulheres teuto-brasileiras eram maiores do que as de outras mulheres brasileiras, resultando num crescimento proporcionalmente mais rápido da população de origem alemã do que da população de origem não alemã.<sup id="cite_ref-osalemaes_23-2" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-osalemaes-23">[23]</a></sup></p>
<h3><span id="Causas_da_imigração_no_século_XIX"></span><span id="Causas_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_no_s.C3.A9culo_XIX" class="mw-headline">Causas da imigração no século XIX</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: Causas da imigração no século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=4">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: Causas da imigração no século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=4">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>Até 1871 não existia o Estado alemão. Antes da <a class="mw-redirect" title="Unificação da Alemanha" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Unifica%C3%A7%C3%A3o_da_Alemanha">unificação</a>, a região era composta por diversos <a title="Principado" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Principado">principados</a>, <a title="Condado" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Condado">condados</a>, reinados e <a title="Ducado" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ducado">ducados</a>. As potências europeias enxergavam uma Alemanha unificada como uma ameaça, e mantê-la fragmentada fazia parte da <a title="Geopolítica" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Geopol%C3%ADtica">geopolítica</a> europeia. As <a class="mw-redirect" title="Guerras napoleônicas" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerras_napole%C3%B4nicas">guerras napoleônicas</a> deixaram lastros de destruição no interior do país. Após a queda de <a title="Napoleão Bonaparte" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte">Napoleão Bonaparte</a>, muitos alemães que o haviam servido passaram a ser perseguidos e isso motivou a ida de alguns para o Brasil. Somado a isso, o processo de <a title="Industrialização" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Industrializa%C3%A7%C3%A3o">industrialização</a> avançava sobre algumas regiões alemãs, o que desestruturou o mercado de trabalho no qual havia ainda resquícios de <a title="Feudalismo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo">feudalismo</a>, aumentando a pobreza entre os camponeses. Em decorrência, muitas pessoas viam na emigração uma saída para as suas mazelas.<sup id="cite_ref-osalemaes_23-3" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-osalemaes-23">[23]</a></sup><sup id="cite_ref-massa_26-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup><sup id="cite_ref-braun_27-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-braun-27">[27]</a></sup></p>
<p>Do lado brasileiro, a escolha em atrair elementos germânicos para o país foi resultado da presença de indivíduos influentes de origem alemã no governo imperial brasileiro, tendo papel decisivo na política imigratória traçada. A própria imperatriz do Brasil, <a title="Maria Leopoldina de Áustria" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Leopoldina_de_%C3%81ustria">dona Leopoldina</a>, era austríaca.<sup id="cite_ref-massa_26-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup> Atrair imigrantes europeus visava ao &#8220;branqueamento&#8221; da população brasileira, a ocupação de regiões estratégicas do território, o surgimento de uma classe média vinculada à produção de alimentos e abastecimento do mercado interno e a substituição da mão de obra escrava.<sup id="cite_ref-28" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-28">[28]</a></sup></p>
<p>A <a title="Imigração" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o">imigração</a>, no início do <a title="Século XIX" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>, passava por novos desenvolvimentos econômicos: a <a title="Industrialização" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Industrializa%C3%A7%C3%A3o">industrialização</a> teve um grande impulso, necessitando de mão de obra especializada, o que causou a ruína de muitos artesãos e trabalhadores da indústria doméstica. Sem poderem desenvolver suas atividades artesanais, esses trabalhadores livres começaram a formar um exército de mão-de-obra (barata) assalariada para a indústria que estava nascendo.</p>
<p>Com os novos maquinários, também houve o aumento de produtividade no campo junto à diminuição de mão de obra, causando o desemprego de camponeses. Como a Alemanha passava por uma desintegração de sua estrutura <a title="Feudalismo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo">feudal</a>, muitos camponeses que eram apenas servos ficaram sem o trabalho e sem o direito de morar nas terras, ao mesmo tempo em que a população aumentava. Sem a terra para viver, migravam para as cidades e somavam ao número de proletariados.</p>
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<p>“Parece-me que os nossos bons compatriotas nesta natureza sul-americana livre, onde estão expostos a lutas peculiares contra obstáculos naturais, desenvolvem, ainda mais determinação em resolver e agir…Por entre dificuldades começaram eles, mas conquistaram o solo e os que na Alemanha eram criados tornaram-se senhores pelo direito do trabalho”</p>
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<div>— Robert Avé-Lallemant &#8211; Viagem pela Província do Rio Grande do Sul, 1858.<sup id="cite_ref-29" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-29">[29]</a></sup></div>
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<p>A <a title="Imigração" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o">imigração</a> também não acontecia somente por insatisfação social com as novas perspectivas do século XIX. Nessas mudanças econômicas que agitavam o continente europeu, a indústria desenvolveu as cidades e causou o despovoamento dos campos. À medida que a riqueza aumentava, a saúde e o acesso a novos gêneros alimentícios melhoravam, e a população aumentava. Então a princípio, os governos europeus incentivavam e encorajavam a emigração, como válvula de controle do aumento da população. Com a introdução da <a class="mw-redirect" title="Máquina a vapor" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_a_vapor">máquina a vapor</a> e inovações como o <a title="Transatlântico" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Transatl%C3%A2ntico">transatlântico</a> com propulsão a hélice, milhões de pessoas se movimentavam entre os continentes, em uma emigração que não obedecia a nenhum planejamento, dependendo somente de decisões pessoais, entre elas a insatisfação, o medo, ou o desejo de uma vida melhor.</p>
<p>O governo alemão também encorajava grupos de empreendedores a conhecer novas terras para conseguir mercado para os produtos alemães. Para algumas colônias, chegou-se a fazer o planejamento, e a contratação de administradores e profissionais liberais para a formação das colônias, que vinham para o Brasil e formavam sua vida aqui. Embora desejadas, as relações comerciais entre as <a class="mw-redirect" title="Colônias alemãs" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nias_alem%C3%A3s">colônias alemãs</a> e sua terra de origem foram modestas, muitas vezes restando somente aos colonos a identificação cultural com a terra de origem, pois não mais tinham contato com ela.</p>
<p>Os alemães que imigraram para o Brasil eram normalmente camponeses insatisfeitos com a perda de suas terras, ex-artesãos, trabalhadores livres e empreendedores desejando exercer livremente suas atividades, perseguidos políticos, pessoas que perderam tudo e estavam em dificuldades, pessoas que eram &#8220;contratadas&#8221; através de incentivos para administrarem as colônias ou pessoas que eram contratadas pelo governo brasileiro para trabalhos de níveis intelectuais ou participações em combates.</p>
<h2><span id="Fases" class="mw-headline">Fases</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: Fases" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=5">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: Fases" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=5">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h2>
<h3><span id="A_primeira_fase_da_imigração_(1818-1830)"></span><span id="A_primeira_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281818-1830.29" class="mw-headline">A primeira fase da imigração (1818-1830)</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: A primeira fase da imigração (1818-1830)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=6">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: A primeira fase da imigração (1818-1830)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=6">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>A primeira colônia alemã no Brasil foi fundada ainda antes da independência de Portugal. No sul da <a title="Bahia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia">Bahia</a>, em 1818, o naturalista José Guilherme Freyreiss criou a colônia Leopoldina, onde foram distribuídas <a title="Sesmaria" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sesmaria">sesmarias</a> para colonos alemães, porém o projeto não foi bem sucedido. Os colonos se dispersaram e a mão de obra imigrante nas sesmarias foi substituída pela escrava.<sup id="cite_ref-massa_26-2" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup> As outras duas tentativas de assentamentos alemães na Bahia, de 1821 e 1822, foram também mal sucedidas. Trazidos a mando do <a title="João VI de Portugal" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal">Rei Dom João VI</a>, em 1819 o governo português assentou famílias <a title="Suíça" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%AD%C3%A7a">suíças</a> nas serras fluminenses. Estas fundaram o atual município de <a title="Nova Friburgo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Friburgo">Nova Friburgo</a>. A colônia também resultou infrutífera, vez que foi mal estruturada, situando-se longe do mercado consumidor, o que levou muitos dos suíços a abandonarem os assentamentos. De forma a evitar a sua extinção, em 1824 a colônia recebeu 350 alemães.<sup id="cite_ref-massa_26-3" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
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<p><a class="image" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="thumbimage" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a8/29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg/190px-29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg" srcset="//upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a8/29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg/285px-29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg 1.5x, //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a8/29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg/380px-29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg 2x" alt="" width="190" height="226" data-file-width="646" data-file-height="768" /></a></p>
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<div class="magnify"></div>
<p>A <a class="mw-redirect" title="Imperatriz Leopoldina" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperatriz_Leopoldina">imperatriz Leopoldina</a> foi a incentivadora da imigração alemã no Brasil</p>
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<p>Haja vista o <a class="extiw" title="wikt:malogro" href="https://pt.wiktionary.org/wiki/malogro">malogro</a> das colônias baianas e fluminense, elas são frequentemente ignoradas pela historiografia, que consagrou a colônia de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, como o marco inicial da imigração alemã no Brasil.<sup id="cite_ref-massa_26-4" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup>Em julho de 1824, os primeiros 39 alemães chegaram ao Sul, sendo assentados à margem sul do <a title="Rio dos Sinos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_dos_Sinos">Rio dos Sinos</a>, onde a antiga <a title="Real Feitoria do Linho Cânhamo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Real_Feitoria_do_Linho_C%C3%A2nhamo">Real Feitoria do Linho Cânhamo</a> fora adaptada para servir como sede temporária dos recém-chegados, na atual cidade de <a title="São Leopoldo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Leopoldo">São Leopoldo</a>.<sup id="cite_ref-roche_30-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-roche-30">[30]</a></sup> Esses imigrantes foram trazidos por <a title="Georg Anton von Schäffer" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Anton_von_Sch%C3%A4ffer">Georg Anton von Schäffer</a>, alemão radicado no Brasil e major do exército brasileiro. Schäffer, amigo da <a title="Maria Leopoldina de Áustria" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Leopoldina_de_%C3%81ustria">imperatriz Leopoldina</a>, foi incumbido pelo governo brasileiro de ir à <a title="Áustria" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81ustria">Áustria</a>, terra natal da imperatriz, e trazer soldados para formarem o Batalhão de Estrangeiros, necessário para reforçar a defesa dos territórios do Sul; porém o major não conseguiu recrutar soldados na Áustria, uma vez que a recrutação de soldados estava proibida na Europa pós-napoleônica. Assim, ele rumou para <a title="Baviera" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Baviera">Baviera</a>, <a title="Hesse" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hesse">Hesse</a>, <a title="Hanôver" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Han%C3%B4ver">Hanôver</a> e <a title="Hamburgo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hamburgo">Hamburgo</a>, onde angariou apoio de <a title="Grão-duque" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A3o-duque">grão-duques</a> e de <a title="Conde" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde">condes</a>, desejosos de exportar marginais e criminosos para fora da Alemanha, seguindo uma prática de higiene social. Os governantes exigiram um acordo legal que os imigrantes não poderiam voltar à Alemanha para reivindicar proteção social. Para isso, Schäffer forjou documentos que garantiam a <a title="Naturalização" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Naturaliza%C3%A7%C3%A3o">naturalização</a> dos imigrantes.<sup id="cite_ref-guerra_31-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-guerra-31">[31]</a></sup></p>
<p>Um dos primeiros navios a trazer imigrantes para o Rio Grande do Sul foi o <i>Germânia</i>, que partiu de <a title="Hamburgo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hamburgo">Hamburgo</a> em junho de 1824. Schäffer conseguiu recrutar 277 soldados para serem incorporados ao Corpo de Estrangeiros e 124 colonos para serem enviados para a colônia de São Leopoldo, que recebeu esse nome em homenagem à imperatriz Leopoldina.<sup id="cite_ref-guerra_31-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-guerra-31">[31]</a></sup> Como recebia dinheiro de acordo com a quantidade de pessoas que trouxesse, Schäffer se esforçou em atrair grande número de indivíduos, dentre os quais muitos de origem duvidosa. Os documentos atestam o recrutamento de centenas de <a class="mw-redirect" title="Presídio" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pres%C3%ADdio">presidiários</a> alemães em cadeias e casas de correção de <a class="mw-redirect" title="Mecklenburg" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mecklenburg">Mecklenburg</a> para serem mandados para São Leopoldo. Contudo, milhares de alemães indigentes, ao saberem que o Brasil estava oferecendo terras, foram para <a title="Bremen" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bremen">Bremen</a> e <a title="Hamburgo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hamburgo">Hamburgo</a> em busca de uma passagem, mas se recusaram a assinar contrato de serviço militar. Schäffer recebeu autorização do Rio de Janeiro para permitir a vinda deles mesmo assim.<sup id="cite_ref-schroder_32-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-schroder-32">[32]</a></sup><sup id="cite_ref-tock_33-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-tock-33">[33]</a></sup> O naturalista Theodor Bösche fez parte de uma dessas viagens organizadas por Schäffer, na qual havia 90 ex-prisioneiros de Macklenburgo. O naturalista observou: &#8220;O nosso navio tomou várias centenas de pessoas. Tremi ao avistar aquela gentalha rota, de que muitos malogram encobrir a nudez e cuja atitude trazia o cunho da rudeza e da bestialidade&#8221;.<sup id="cite_ref-guerra_31-2" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-guerra-31">[31]</a></sup></p>
<p>A primeira viagem do <i>Germânia</i> foi conturbada: no dia 2 de julho de 1824, em alto mar, oito recrutas rebelaram-se, queixando-se da comida, do tratamento severo a que eram submetidos e queriam seguir o caminho dos colonos. A revolta foi contida e os recrutas foram chicoteados e feitos prisioneiros. De madrugada, os prisioneiros tentaram escapar, mas foram impedidos e levados a um tribunal improvisado, que os condenou à morte por fuzilamento. Dois dos executados eram <a class="mw-redirect" title="Prussiano" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Prussiano">prussianos</a>, o que desencadeou uma contenda diplomática entre os governos da <a title="Prússia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%BAssia">Prússia</a> e de Hamburgo.<sup id="cite_ref-guerra_31-3" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-guerra-31">[31]</a></sup></p>
<p>Os passageiros do <i>Germânia</i> foram recebidos pelo imperador <a class="mw-redirect" title="Dom Pedro I" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dom_Pedro_I">Dom Pedro I</a> e pela imperatriz Leopoldina. Um dos imigrantes revelara à imperatriz que imigrara da Alemanha devido à grande repressão religiosa, e a imperatriz lhe garantiu que no Brasil eles teriam garantida a liberdade de culto. Esse imigrante era Libório Mentz, que viria a ser o avô de <a title="Jacobina Mentz Maurer" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacobina_Mentz_Maurer">Jacobina Mentz Maurer</a>, líder <a title="Messianismo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Messianismo">messiânica</a> que encabeçou a <a class="mw-redirect" title="Revolta dos muckers" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_dos_muckers">revolta dos muckers</a>.<sup id="cite_ref-guerra_31-4" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-guerra-31">[31]</a></sup></p>
<p>Em 1829, as primeiras colônias alemãs foram criadas em Santa Catarina e no Paraná, sendo elas <a title="São Pedro de Alcântara" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Pedro_de_Alc%C3%A2ntara">São Pedro de Alcântara</a>, <a title="Mafra (Santa Catarina)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mafra_(Santa_Catarina)">Mafra</a> e <a class="mw-redirect" title="Rio Negro (município do Paraná)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Negro_(munic%C3%ADpio_do_Paran%C3%A1)">Rio Negro</a>. A primeira fase da imigração se encerrou em 1830, em decorrência da falta de recursos financeiros e da dificuldade de trazer imigrantes, agravada pela eclosão da <a title="Guerra dos Farrapos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Farrapos">Guerra dos Farrapos</a>. Nesse período, Schäffer trouxe para o Brasil mais de cinco mil alemães, entre soldados e imigrantes destinados à produção agrícola. No Sul, desenvolveram um sistema produtivo baseado na pequena propriedade com mão de obra familiar, em lotes que mediam cerca de 75 hectares cada. Os alemães iniciaram um processo de ocupação das terras de floresta desprezada pelos latifundiários gaúchos, resultando na ocupação de extensa área relativamente próxima a <a title="Porto Alegre" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Alegre">Porto Alegre</a>. O mesmo se deu em Santa Catarina, onde a primeira colônia estava próxima da capital, Desterro (hoje Florianópolis).<sup id="cite_ref-massa_26-5" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<h3><span id="A_segunda_fase_da_imigração_(1845-1914)"></span><span id="A_segunda_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281845-1914.29" class="mw-headline">A segunda fase da imigração (1845-1914)</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: A segunda fase da imigração (1845-1914)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=7">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: A segunda fase da imigração (1845-1914)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=7">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>Após 1845, a imigração foi retomada, com a fundação de uma colônia alemã no Rio de Janeiro, em <a title="Petrópolis" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Petr%C3%B3polis">Petrópolis</a>. No Sul, os assentamentos alemães de São Leopoldo avançavam sobre o <a class="mw-redirect" title="Vale do rio dos Sinos" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_rio_dos_Sinos">vale do rio dos Sinos</a> e em Santa Catarina surgiram três novas colônias nos vales dos rios Cubatão e Biguaçu. Nesse momento, cresceram os debates políticos acerca da conveniência de se trazer alemães para o Brasil, devido à entrada de muitos <a class="mw-redirect" title="Luterano" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luterano">luteranos</a> num país onde a religião <a class="mw-redirect" title="Católica" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%B3lica">católica</a> era a oficial. Apesar das vozes contrárias, a partir de 1847 alemães foram engajados no sistema de parceria nas plantações de café de São Paulo, experiência esta que não deu resultados e, no mesmo ano, 38 famílias oriundas do <a title="Hunsrück" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hunsr%C3%BCck">Hunsrück</a> e <a title="Hesse" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hesse">Hesse</a> fundaram a colônia de Santa Isabel no Espírito Santo.<sup id="cite_ref-massa_26-6" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<p>Após 1850, mudanças fundamentais foram feitas para atrair maior número de imigrantes. As despesas com demarcação de lotes e assentamentos de colonos foram transferidas do governo imperial para as províncias. Visando diminuir suas despesas, o Estado permitiu a atuação de companhias particulares de colonização, que compravam as terras e as revendiam aos imigrantes. Em 1850, a <a title="Lei de Terras" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Terras">Lei de Terras</a> estabeleceu que os colonos apenas poderiam ter a posse da terra por meio da compra e não da simples posse como ocorria anteriormente. As denúncias contra o sistema de parceria em São Paulo, materializadas com a revolta dos colonos da fazenda Ibicaba em 1847, contra as péssimas condições de trabalho nas fazendas cafeeiras, fizeram com que a <a title="Prússia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%BAssia">Prússia</a> proibisse a imigração para o Brasil em 1859. Mais tarde, essa restrição seria revogada apenas para os três estados sulinos. Isso contribuiu para a concentração da imigração alemã no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.<sup id="cite_ref-massa_26-7" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<p>Até o fim do Império, foram criadas 80 colônias alemãs, a maioria na bacia do <a title="Rio Jacuí" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Jacu%C3%AD">rio Jacuí</a>, chegando até a borda da <a title="Serra Gaúcha" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Ga%C3%BAcha">Serra Gaúcha</a>. Com o advento da República, várias outras colônias importantes, como <a title="Ijuí" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Iju%C3%AD">Ijuí</a>, foram criadas pelo governo. A maioria, contudo, surgiu da iniciativa de empresas particulares. Entre 1824 e 1922, 142 colônias alemãs foram criadas no Rio Grande do Sul e entre 1824 e 1914, estima-se que 48 mil alemães imigraram para esse estado. Em Santa Catarina, a presença alemã cresceu enormemente após 1850, graças à ação de empresas privadas. Nesse ano, uma empresa formada por <a title="Hermann Blumenau" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hermann_Blumenau">Hermann Blumenau</a> e F. Hackradt iniciou a ocupação do <a class="mw-redirect" title="Vale do Itajaí" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Itaja%C3%AD">vale do Itajaí</a>, por meio da compra de terras devolutas. Em 1851, a Sociedade Hamburguesa de Colonização fundou a colônia Dona Francisca (<a title="Joinville" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Joinville">Joinville</a>).<sup id="cite_ref-massa_26-8" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<p>No Paraná, após o insucesso da colônia de Rio Negro, estabeleceu-se uma comunidade alemã urbana em <a title="Curitiba" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Curitiba">Curitiba</a> ainda antes de 1840. A maioria dos alemães no estado eram oriundos de Joinville, alcançando o Paraná por meio da estrada aberta pela Companhia Hamburguesa. É importante destacar a corrente migratória de <a title="Alemães do Volga" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alem%C3%A3es_do_Volga">alemães do Volga</a> (minoria étnica alemã da <a title="Rússia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia">Rússia</a>) para a província entre 1877 e 1879. Contudo, no Paraná, os alemães não encontraram terras abertas e a concorrência com italianos e poloneses, mais numerosos que eles, os forçou a rumar para os centros urbanos ou se dispersar pelas colônias rurais.<sup id="cite_ref-massa_26-9" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<p>Com a <a class="mw-redirect" title="Unificação da Alemanha" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Unifica%C3%A7%C3%A3o_da_Alemanha">Unificação da Alemanha</a> em 1871, a postura do governo brasileiro em relação aos alemães se alterou. Antes, com a Alemanha fragmentada, a origem nacional dos imigrantes não representava uma ameaça. Porém, o advento de uma Alemanha unificada, poderosa e ambiciosa deixou o governo brasileiro cauteloso. Em decorrência, o Rio Grande do Sul parou de subsidiar a imigração alemã e se voltou com maior intensidade para os imigrantes italianos.<sup id="cite_ref-tock_33-1" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-tock-33">[33]</a></sup></p>
<p>O <a title="Censo demográfico do Brasil de 1872" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Censo_demogr%C3%A1fico_do_Brasil_de_1872">censo demográfico do Brasil de 1872</a> contabilizou a presença de 40.056 alemães no Brasil, o que os colocava em terceiro lugar entre a população estrangeira, após os 176.057 <a class="mw-redirect" title="Afro-brasileiro" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Afro-brasileiro">africanos</a> e os 125.876 <a title="Imigração portuguesa no Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_portuguesa_no_Brasil">portugueses</a>.<sup id="cite_ref-censo72_34-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-censo72-34">[34]</a></sup></p>
<h3><span id="A_terceira_fase_da_imigração_(1914-1960)"></span><span id="A_terceira_fase_da_imigra.C3.A7.C3.A3o_.281914-1960.29" class="mw-headline">A terceira fase da imigração (1914-1960)</span><span class="mw-editsection"><span class="mw-editsection-bracket">[</span><a class="mw-editsection-visualeditor" title="Editar secção: A terceira fase da imigração (1914-1960)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;veaction=edit&amp;section=8">editar</a><span class="mw-editsection-divider"> | </span><a title="Editar secção: A terceira fase da imigração (1914-1960)" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil&amp;action=edit&amp;section=8">editar código-fonte</a><span class="mw-editsection-bracket">]</span></span></h3>
<p>Até o advento da <a class="mw-redirect" title="I Guerra Mundial" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/I_Guerra_Mundial">I Guerra Mundial</a>, a maioria dos imigrantes alemães rumaram para as centenas de colônias estabelecidas, sobretudo no Sul. Contudo, com a eclosão da guerra, poucos alemães continuaram a ir para os assentamentos agrícolas. Porém, isso não significou o declínio da expansão alemã no Brasil meridional. Havia grande mobilidade interna das colônias para o planalto gaúcho, catarinense e paranaense, o que levou muitos filhos e netos de alemães para as áreas abertas pelas companhias de colonização. Esse processo ficou mais intenso nas décadas de 1920 e 1930, quando indivíduos oriundos das colônias &#8220;velhas&#8221; do Rio Grande do Sul se expandiram para o oeste de Santa Catarina e do Paraná, como resultado do esgotamento do modelo da pequena propriedade nas áreas iniciais de ocupação.<sup id="cite_ref-massa_26-10" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-massa-26">[26]</a></sup></p>
<p>Com o fim da I Guerra Mundial, a situação socioeconômica na Alemanha estava deplorável. A <a title="República de Weimar" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_de_Weimar">República de Weimar</a> foi um período de péssimos indicadores sociais: a <a title="Miséria" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mis%C3%A9ria">miséria</a> se espalhara, a <a title="Inflação" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Infla%C3%A7%C3%A3o">inflação</a> atingira níveis inimagináveis e milhões de alemães estavam desempregados.<sup id="cite_ref-35" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-35">[35]</a></sup> Foi justamente na década de 1920 que o maior número de alemães imigrou para o Brasil. Desembarcaram 70 mil alemães no país nessa década. A maior parte desses imigrantes não mais iam para as colônias rurais, pois rumavam para os centros urbanos: eram operários, artífices e outros trabalhadores urbanos, professores, refugiados políticos. A cidade de <a title="São Paulo" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo">São Paulo</a> recebeu a maior parte dessa nova onda de emigração alemã: em 1940, viviam no estado 33.397 alemães, 20.702 na capital, e correspondiam a 2,5% da população total do estado.<sup id="cite_ref-eliane_36-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-eliane-36">[36]</a></sup></p>
<p>Também houve grupos de alemães na <a title="Década de 1940" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1940">década de 1940</a> que emigraram para o <a title="Brasil" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a> por conta da <a title="Segunda Guerra Mundial" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial">Segunda Guerra Mundial</a>.<sup id="cite_ref-37" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-37">[37]</a></sup><sup id="cite_ref-nanademinas.com.br_38-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-nanademinas.com.br-38">[38]</a></sup><sup id="cite_ref-39" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-39">[39]</a></sup><sup id="cite_ref-brasilalemanha.com.br_40-0" class="reference"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil#cite_note-brasilalemanha.com.br-40">[40]</a></sup></p>
<p>Fonte: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Brasil">https://pt.wikipedia.org/wiki/Imigra%C3%A7%C3%A3o_alem%C3%A3_no_Br</a>asil</div>
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		<item>
		<title>A MISSÃO, VISÃO E VALORES DA GENEALOGIA WÄCHTER/WAECHTER/WESCHTER</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/a-missao-visao-e-valores-da-genealogia-wachterwaechterweshter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcus Henrique Wächter]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2017 19:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A caminhada para manter acesa a chama da genealogia familiar e aglutinar cada vez mais familiares é longa e trabalhosa, porém extremamente gratificante. Com o engajamento do Klaus Dieter Wächter, o segundo filho do Senaldo Oltivo Wächter, (Johann Peter / Franz / Emil/ Francisco /Senaldo/ Klaus) a organização e objetividade do trabalho da genealogia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">&nbsp;</p>
<p>A caminhada para manter acesa a chama da genealogia familiar e aglutinar cada vez mais familiares é longa e trabalhosa, porém extremamente gratificante.</p>
<p>Com o engajamento do Klaus Dieter Wächter, o segundo filho do Senaldo Oltivo Wächter, (Johann Peter / Franz / Emil/ Francisco /Senaldo/ Klaus) a organização e objetividade do trabalho da genealogia ganharam um espetacular impulso, pois o Klaus é um profissional de alto padrão com um dinamismo invejável.</p>
<p>A partir deste novo momento surgiu a necessidade de fixarmos um padrão, uma estratégia a ser seguida por todos.</p>
<p>Além de criarmos o novo site da família (<a href="http://www.familiawachter.com.br">www.familiawachter.com.br</a>), conversamos com os apoiadores mais próximos e definimos o que seria a <strong>Missão, Visão e Valores</strong> da Genealogia Wächter/Waechter/Weschter.</p>
<p>Missão é o propósito, o motivo da existência da organização da genealogia familiar. Ela orienta objetivamente como iremos atuar. Já a Visão contém a descrição do futuro desejado para o nosso trabalho da genealogia.</p>
<p>Por fim, nos Valores confirmamos nossos princípios e crenças que estarão presentes em tudo o que fizermos em nome da genealogia Wächter/Waechter/Weshter.</p>
<p>O planejamento, a Missão, a Visão e os Valores podem ser alterados a partir da sua opinião. Envie seus comentários e se quiser, envie uma proposta concreta de alteração. A sua opinião é muito importante.</p>
<p>Abraço fraterno a Todos.</p>
<p><strong>Marcus Henrique Wächter</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Missão, Visão e Valores da Genealogia Família Wächter/Waechter/Weschter</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MISSÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Promover a comunhão e fortalecer os laços de união entre os membros da família. Manter viva a história familiar e divulgar os valores humanos trazidos pelos ancestrais, melhorando nossa sociedade. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VISÃO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Manter canais permanentes de comunicação com os membros da família.</strong></p>
<p><strong>Atualizar eletronicamente todos os dados genealógicos disponíveis.</strong></p>
<p><strong>Formar e manter ativa uma célula de representantes da genealogia em cada uma das localidades, desenvolvendo e apoiando os projetos e iniciativas da Família.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VALORES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os ensinamentos de Deus em primeiro lugar</strong></p>
<p><strong>A família como esteio da Sociedade</strong></p>
<p><strong>Ética, respeito e amor ao próximo</strong></div>
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		<item>
		<title>A evolução da genealogia da Família Wächter/Waechter/Weschter</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/a-evolucao-da-genealogia-da-familia-wachterwaechterweshter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcus Henrique Wächter]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 20:23:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[“A genealogia é uma ciência auxiliar da história que estuda a origem, evolução e disseminação das famílias e respectivos sobrenomes ou apelidos. A definição mais abrangente é &#8220;estudo do parentesco&#8221;. Como ciência auxiliar, desenvolve-se no âmbito da &#8220;História de Família&#8221;, onde é a peça fundamental subsidiada por outras ciências, como a sociologia, a economia, a história da arte ou o direito. É também conhecida como &#8220;ciência da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap"><em>“A genealogia é uma ciência auxiliar da </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria"><em>história</em></a><em> que estuda a origem, evolução e disseminação das </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia"><em>famílias</em></a><em> e respectivos </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sobrenome"><em>sobrenomes ou apelidos</em></a><em>.</em></p>
<p><em>A definição mais abrangente é &#8220;estudo do parentesco&#8221;. Como ciência auxiliar, desenvolve-se no âmbito da &#8220;História de Família&#8221;, onde é a peça fundamental subsidiada por outras ciências, como a </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia"><em>sociologia</em></a><em>, a </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia"><em>economia</em></a><em>, a </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_arte"><em>história da arte</em></a><em> ou o </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Direito"><em>direito</em></a><em>.</em></p>
<p><em>É também conhecida como &#8220;ciência da História da Família&#8221; pois tem como objetivo desvendar as origens das pessoas e famílias por intermédio do levantamento sistemático de seus antepassados ou descendentes, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos interfamiliares.</em></p>
<p><em>Tal levantamento pode ser estendido aos descendentes como aos ascendentes de uma determinada figura histórica sendo muitas vezes difícil classificar os nomes de família por causa das mudanças de </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ortografia"><em>ortografia</em></a><em> e </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pron%C3%BAncia"><em>pronúncia</em></a><em> com o passar do tempo. Várias palavras antigas tinham significados diferentes na época, ou hoje em dia não são mais usadas. Muitos nomes de família dependeram da </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Compet%C3%AAncia"><em>competência</em></a><em> e discrição de quem os fez no ato do registro.” (Wikipédia) </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde o momento em que iniciamos as tratativas para reconhecimento e levantamento de dados da Genealogia de Johann Peter Wächter em 1991 evoluímos bastante e agregamos muitos ao projeto.</p>
<p>Tudo começou quando, recém-chegado a Santa Cruz do Sul, na época para administrar o Hospital Santa Cruz, fui convidado pelo Luiz Waechter para uma conversa. Ele me entregou um material compilado pelo Pastor Armindo Mueller que continha informações da genealogia do nosso antepassado Johann Peter Wächter (1) e do antepassado dele, Johann Heinrich Karl Wächter (2). Até então não sabíamos se tínhamos ou não relação parental. Na oportunidade Luiz me falou que estava programando um encontro do seu ramo familiar e pediu se eu não gostaria de participar. Afirmei que sim e que convidaria o Tio Senaldo para o encontro.</p>
<p>O Tio Senaldo se empolgou com o tema e iniciou suas pesquisas. Mais tarde veio a concluir que nossos antepassados (1) (2) não tinham relação de parentesco, especialmente por que Johann Peter era da região chamada Hunsrück, no vale do rio Reno e Johann Heinrich era originário da Turíngia, que fica no lado da Alemanha Oriental, bastante distante uma região da outra.</p>
<p>Se passaram 26 anos do primeiro contato com o tema da genealogia familiar e hoje somamos grande avanços, tendo um livro publicado, cinco encontros familiares realizados, todos os dados genealógicos atualmente disponíveis transcritos para o site Myheritage e recentemente a criação do nosso site familiar, <a href="http://www.familiawachter.com.br">www.familiawachter.com.br</a>, em substituição ao blog anteriormente utilizado.</p>
<p>Gradativamente vamos unindo e informando todos os ramos da nossa genealogia, criando canais de comunicação ágeis e acessíveis, permitindo contar a trajetória vivida até aqui e seguir com força e fé nossa trajetória na terra.</p>
<p>Muitas pessoas contribuíram para que chegássemos ao estágio atual. No encontro de Crissiumal homenageamos Senaldo Oltivo Wächter por sua relevante e pioneira contribuição à Genealogia da Família Wächter/Waechter/Weshter.</p>
<p>Todos estão convidados para acessarem os nossos meios de comunicação, interagindo, dando sugestões e principalmente aprimorando os dados da nossa genealogia.</p>
<p>Sejamos todos muito felizes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcus Henrique Wächter</p></div>
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		<item>
		<title>Como contribuir com a genealogia da família</title>
		<link>https://familiawachter.com.br/como-contribuir-com-a-genealogia-da-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Klaus Dieter Wachter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 18:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Genealogia]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá, Você também pode ajudar com informações sobre a genealogia da família e contribuir com nossa pesquisa. O aplicativo que mantém os dados é o www.myheritage.com.br Crie sua conta e atualize as informações de sua família que isto possibilitará que o nosso trabalho melhore. Veja o vídeo que mostra como acessar o aplicativo. (é grátis) CLIQUE [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">Olá,</p>
<p>Você também pode ajudar com informações sobre a genealogia da família e contribuir com nossa pesquisa.</p>
<p>O aplicativo que mantém os dados é o <strong>www.myheritage.com.br</strong></p>
<p>Crie sua conta e atualize as informações de sua família que isto possibilitará que o nosso trabalho melhore.</p>
<p>Veja o vídeo que mostra como acessar o aplicativo. (é grátis)</p>
<p><a href="https://youtu.be/_dAweV9hZ3g">CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VIDEO</a></p>
<p>Forte abraço.</p>
<p>Marcus H. Wächter</p></div>
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		<title>E A VIDA CONTINUA&#8230;&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Klaus Dieter Wachter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 18:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mensagem]]></category>
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					<description><![CDATA[E A VIDA CONTINUA&#8230;&#8230; No ano passado, mais precisamente em dezembro, reinava uma grande expectativa em relação ao fim do mundo. O nosso planeta Terra iria se desintegrar. Sempre existem videntes de plantão. Esta não foi a primeira vez que circulou tal prognóstico. Em alguns locais, pessoas chegaram a se equipar, construir abrigos e guardar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mpl-content-wrap">E A VIDA CONTINUA&#8230;&#8230;</p>
<p>No ano passado, mais precisamente em dezembro, reinava uma grande expectativa em relação ao fim do mundo. O nosso planeta Terra iria se desintegrar. Sempre existem videntes de plantão. Esta não foi a primeira vez que circulou tal prognóstico. Em alguns locais, pessoas chegaram a se equipar, construir abrigos e guardar mantimentos em locais seguros. Era uma medida de segurança, caso sobrevivessem.</p>
<p>Nada disto aconteceu. Estamos em meados de 2013. Isto nos leva a refletir sobre a vida e o nosso futuro. Antes, porém temos que refletir sobre o começo do mundo. Tudo é criação divina. Deus falou e criou. Depois disto, tudo é consequência. Somente Deus cria e o ser humano transforma a partir dos elementos básicos criados. Passados milhões de anos, encontramos o ser humano interagindo com o meio. Não criando nada de novo, apenas se valendo dos elementos básicos existentes e os trabalhando para seu aproveitamento. Aí é que está o problema: o que fazemos com estes elementos criados? Eles podem ser usados para o bem ou para o mal. Tudo depende da nossa cuca. Agora sim, temos que nos preocupar com o fim do mundo.</p>
<p>Existem limitações. Vamos recordar a história da maçã. Deus falou: “ Tudo foi criado para ti,  e poderás dispor de tudo, mas, sempre existe um mas, a maçã não comerás.“  E o homem comeu a maçã! E, em ato contínuo, sofreu as consequências.</p>
<p>Nós sofremos as consequências dos nossos atos. E hoje, qual é a bola da vez, aliás, a maçã da vez?   O ser humano surgiu no continente africano e foi se espalhando pelo mundo.  Alimentava-se  basicamente de folhas, frutas, raízes, ovos e, só mais tarde de carne. À medida que os alimentos ficavam escassos, se deslocavam na procura de novos alimentos e locais mais favoráveis para viver. Assim passaram-se muitos milhões de anos e o globo terrestre foi todo ocupado. A população foi aumentando sempre mais e mais e começaram os problemas: Mais alimentos, mais inventos, mais tecnologia, mais pesquisas, mais guerras, etc. etc., MAIS POLUIÇÃO. E agora????</p>
<p>Penso que o grande assunto do momento, é a questão AMBIENTAL.  Agora, com 75 anos de idade, estou endereçando as minhas últimas energias nesta direção. Faço tudo que está ao meu alcance. Planto árvores, cuido de espaços de preservação ambiental, crio condições para que os animais silvestres possam se procriar, cuido da separação do lixo, &#8230;&#8230;</p>
<p>Busco forças  e animação no hino: “ Senhor meu Deus, quando eu maravilhado, contemplo a tua imensa criação, então minha alma canta a Ti Senhor, quão grande és Tu, quão grande és Tu!&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p>A família Wächter/Waechter está fazendo a sua caminhada e escrevendo a sua história. Que história é esta?</p>
<p>Nós somos descendentes dos germanos. Este povo, no período das grandes migrações, como a  dos godos, ostrogodos e visigodos, se concentrou, no centro da Europa, donde se originou o povo alemão. Andaram também por lá os celtas, os hunos e os romanos. Todos deixaram as suas marcas que  são visíveis ainda hoje.</p>
<p>A nossa história familiar, conforme já foi divulgado, é conhecida a partir de 1610, com o primeiro registro de nome NICLAS WÄCHTER. Nesta época, o regime era feudal. Só os nobres tinham propriedade. Moravam em castelos bem guarnecidos e os demais habitantes trabalhavam no cultivo  das terras da nobreza . Em troca recebiam alimentos e proteção. Nosso ancestral trabalhou como guarda no castelo de Kastellaun, donde surgiu o seu sobrenome.  Wächter, na língua alemã, significa guarda, soldado, guarda noturno. Da mesma forma, surgiram, na época, mais sobrenomes.</p>
<p>Gradativamente o feudalismo foi abolido e surgiram novas formas de governo. Logicamente isto custou algumas brigas e guerras. Sobre isto não precisamos falar muito, pois já é de épocas mais próximas de nós. Apenas um fato marcou a nossa família. Foi o período das Guerras Napoleônicas. Este ciclo terminou em 1815. Exatamente, neste mesmo ano, nasceu o nosso ancestral Johan Peter Wächter que veio ao Brasil em 1857.</p>
<p>Com o fim do período napoleônico, muitos alemães ficaram desempregados, pois eram soldados mercenários. As áreas de terras agrícolas começaram a ser muito subdivididas e não eram suficientes para o sustento das famílias. Assim muitos soldados mercenários vieram para o Brasil a convite do Imperador D. Pedro II, a partir de 1820,  e da mesma forma, muitos colonos sem terra vieram para cá, a partir de 1824.</p>
<p>Estes colonos foram assentados nas matas do Rio Grande do Sul. É lógico, que para poderem plantar, tiveram que cortar as matas para fazerem suas roças. Já li e ouvi comentários e estudos que alegam que estes colonos são os responsáveis pela nossa degradação ecológica. A meu ver, estas afirmações são um tanto precipitadas e foram analisadas fora do contexto em que ocorreram. Lembro da minha infância, por volta de 1945, no fim da segunda guerra mundial, quando todos os colonos da região faziam absoluta questão de manterem, em suas propriedades, um pouco de mata virgem. Foi com a mecanização da agricultura que este princípio foi abandonado e os mananciais hídricos foram afetados. Isto tem alguma coisa a ver com a “ maça” ?</p>
<p>Vamos meditar sobre isto e sobre todas as outras maçãs que estamos comendo. Temos que levar esta questão até às últimas consequências ou vamos contribuir para o fim do mundo mesmo. Tudo está em nossas mãos. Não adianta dizer que eu não tenho nada a ver com isto. Todos nós temos uma parcela de responsabilidade.</p>
<p>Convoco a todos os integrantes da nossa genealogia, onde quer que estejam morando, a fecharem questão em torno das questões ambientais. Sejamos um exército  no combate à poluição. Não vamos tolerar o envenenamento do solo, da água e do ar. Duas coisas estão ao nosso alcance e que todos nós temos condições de fazer.</p>
<p>1-Dar destino correto ao lixo que produzimos. Separe o orgânico do reciclável. Exija da sua Prefeitura o recolhimento técnico.</p>
<p>2-Vamos boicotar todos os produtos que poluam durante a fabricação e que sejam poluentes ao serem usados. Neste caso, as fábricas vão falir ou vão mudar os seus processos de fabricação.</p>
<p>Posto isto, quero concluir, sem antes, pedir ao meu querido sobrinho Marcus Henrique Wächter (<a href="mailto:mhwachter@hotmail.com">mhwachter@hotmail.com</a>) que assuma o comando da nossa pesquisa genealógica. Ele já está muito envolvido  nesta causa e me ajudou em muitas tarefas, pelo que sou muito grato. Eu ainda não vou jogar a toalha. Vou colaborar em tudo que for necessário. Meu endereço eletrônico continua disponível.</p>
<p>Por último, convido todos os familiares, de longe e de perto, a prestigiarem o terceiro encontro a ser realizado, em Panambi (RS), no dia 21 de setembro de 2013. Façam suas reservas, até o dia 15 de setembro, com o Milton Enio Waechter – <a href="http://www.headway_idiomas@hotmail.com/">www.headway_idiomas@hotmail.com</a></p>
<p>Um grande abraço a todos e até o nosso próximo encontro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Senaldo Wächter</p></div>
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